Vou eternamente
tentar.
Vou violentamente
remar
contra
a maré que avança.
Deus! Quero
ser criança,
voltar
no tempo com urgência.
Voltar
para a inocência,
retornar
ao tempo antigo.
Voltar
ao terno abrigo
da casa
na árvore feita.
A criança
leve se deita
com os
olhos no espaço.
Voltar
para o abraço
e para
o terno carinho
que quando
menino
eu tanto
recebia!
Voltar!
Eu não sabia
que iria
um dia chorar.
Eternamente
vou tentar,
violentamente
vou remar
contra
o tempo que avança.
Deus! Quero
voltar a ser criança!

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