Eu quero desfazer o ódio: desarmar!
Quero viver com os sutis e os amorosos.
Eu quero os amantes, os charmosos!
Quero abrir comportas: o amor desaguar!
O ódio desdizer, os ânimos desarmar.
Eu quero a doce arma certeira do Cupido.
Não quero o deus Ares no peito escondido!
Não quero o porte de armas. Porte-se flores.
Não quero ódios. Quero paz, luz e amores!

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