Escrito que cheirava à rosas,
frases sutis, vaporosas:
cristais frágeis e gentis...
Como pássaros e seus ardis,
o poeta entre verbos voejava...
Lunático, lunar, o céu olhava
como se pudesse com verbos voar!
Com suas palavras para ladrilhar
criava seus caminhos alternativos...
Com seus poemas leves e criativos,
com palavras com cheiro de rosas,
o lunático partiu com asas vaporosas
e nunca mais voltou, o frágil poeta!
Partiu quando esqueceram a janela aberta
numa noite linda, fria, de forte luz
lunar...
Esqueceram que com verbos ele podia
voar!!!

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