Do céu plúmbeos rios...
Infernos sombrios!
Do céu negras águas nos atingem...
Negro vórtice: vertigem!
Dos céus ventos cinzas...
Negror: tu em tudo respingas!
Chove a chuva, a chuva chove...
Negror do céu escorre
de chumbo tudo inundando!
Cérberos entre nuvens vagando:
gritos feitos de trovões!
Do inferno os caldeirões
em nós são despejados!
Por gotas d’água apedrejados
fogem todos da fatal tempestade!
Dos relâmpagos a majestade
rasgam os céus sombrios...
São cascatas, são negros rios!
Do céu negras águas nos atingem...
Negro vórtice: vertigem!

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