Tu no louco acreditavas...
O louco que
nem fé tinha...
Tu admiravas
o louco
Que nada
tinha para admirar-se...
Tu amavas o
louco
Que nada de
amor tinha...
Tu vivias a
vida do louco
Que meio
morto vivia...
Tu te
entregavas ao louco
Que nada
tinha para te dar...
Tu rezavas
tanto por ele
Que nada de
preces tinha...
Tu cuidavas
tanto dele
Tão
descuidado ele era...
Amavas o
louco tão doido
Que nada de
amor ele tinha...
Entendo
hoje: a louca eras tu!

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