sábado, 5 de agosto de 2017

Do alto



Em pé, aberto às alturas
Embaixo do céu de alvuras
Ergue-se altivo contra o vento
Olhando para o alto, sem lamento
Em pé, de peito aberto
Que venha o raio certo
Que venha gelo e neve
Em pé, no alto, de alma leve
O gênio se joga como um ente voador
Morreu sem asas, mas leve como o condor!

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