Invisível, como um fantasma,
o tênue escritor ectoplasma
escreve desesperançado...
Invisível, o desgraçado,
cria mais um poema!
Mas a eterna invisibilidade o condena
a estar entre os que não o podem
ver...
Assombração! Fica a escrever
no seu canto amaldiçoado!
Ainda está lá, o desgraçado,
no seu indetectável e triste lugar...
Invisível e silente pela vida a
vagar!

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